Adolescente vende o rim para comprar iPad 2

O chinês Xiao Zheng, de 17 anos, confessou para a mãe ter vendido seu próprio rim por cerca de R$ 5 mil para comprar o iPad 2. O adolescente, da província de Hunan, na China, disse ter visto o anúncio online e resolveu vender o órgão para conseguir pagar pelo tablet da Apple.

“Quando estava navegando pela Web me deparei com o anúncio que oferecia RMB 20 mil (cerca de R$ 5 mil) por um rim e resolvi fazer a troca”, contou o menino.

Esse intercâmbio de órgãos online é comum na China, apesar das constantes tentativas de acabar com o hábito. No ano passado, uma TV chinesa reportou que um grupo de turistas foi até o país e pagou o equivalente a cerca de R$ 150 mil por novos rins.

A mãe do menino disse aos policiais que não sabia de nada. “Quando ele voltou, tinha um laptop e um suporte da Apple. Insisti em saber como ele havia conseguido tanto dinheiro e acabou confessando a venda de seu rim”, contou.

O hospital onde o transplante foi feito admitiu ter alugado uma sala cirúrgica a um empresário, mas negou ter conhecimento do procedimento. O caso gerou revolta na China.

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Presídio da China força prisioneiros a jogar online por lucros

Prisioneiros do de um “campo correcional” chamado Jixi, na China, tem uma dura rotina de trabalhos pesados durante o dia. À noite, porém, alguns desses presos estão sendo forçados a um tipo diferente de trabalho. Em turnos de até 12 horas, eles são obrigados a participar de partidas de jogos online. O objetivo dessas partidas? Ganhar créditos que os carcereiros venderiam no mundo real, por dinheiro real.

O jornal britânico The Guardian apurou que esses prisioneiros (cerca de 300) acumulam os créditos em jogos como World of Warcraft. Os créditos rendem aos carcereiros montantes que podem chegar aos US$ 924 (de verdade) por dia de trabalho.

Liu Dali é um dos prisioneiros ouvidos pelo jornal. Ele diz que “os guardas ganham mais dinheiro com o jogo forçado do que eles ganham com os trabalhos manuais feitos pelos prisioneiros”.

A rotina de jogos era dura, segundo Liu: “Jogávamos até não enxergar mais nada”. Ele também conta que caso não conseguisse cumprir com sua cota diária de crédito era submetido a punições físicas: “Eles me faziam ficar parado com as mãos pra cima e depois que eu voltava pra cela eles me batiam com canos de plástico”.

A exploração pela qual os prisioneiros de Jixi vêm passando é, segundo o jornal, reflexo da falta de regulação nas trocas de créditos virtuais por dinheiro real no país, fonte de renda que vem explodindo por lá.

Tô até vendo o povo querendo ir para essa prisão
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