11 curiosidades sobre o ” 11 de Setembro”

11 curiosidades sobre o “11 de setembro”, dia de uma das maiores tragédias do século XXI: o atentado ao World Trade Center, que talvez você não saiba, confira:

1. Depois de 11/9, os membros da tribo Masai, do Quênia, doaram 14 vacas para os EUA para ajudar com as consequências do atentado. Para o Masai, a vaca é igual a vida.

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Alguns Lugares reais que serviram de inspiração para desenhos!

Alguns Lugares que serviram de inspiração para desenhos da Disney e Studio Ghibli.

Enrolados
Mont Saint-Michel, França

A Viagem de Chihiro
Jiufen, Taiwan
A Pequena Sereia
Castelo de Chillon, Suíça
O Mundo dos Pequeninos
Koganei Koen, Tóquio, Japão
Up – Altas Aventuras
Cataratas Angel, Venezuela
Laputa – O Castelo no Céu
Paronella Park, Queensland, Austrália
A Bela Adormecida
Castelo de Neuschwanstein, Alemanha
Porco Rosso – O Último Herói Romântico
Stiniva beach, Ilha Vis, Croácia
Qual lugar é mais parecido? 

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Alimentos mais perigosos do Mundo.

Aqui estão alguns dos alimentos mais perigosos do mundo!!!

Fugu 
Esse peixe típico da culinária japonesa, conhecido no Brasil como baiacu, requer muita habilidade do cozinheiro – além da coragem do consumidor para comê-lo. Por ter uma grande quantidade de tetrodotoxina, um veneno que bloqueia os potenciais de ação nos nervos, ele precisa ser preparado com muita precisão, para que a carne não fique completamente contaminada.
No Fugu, as partes mais cheias de toxinas são o fígado, a pele e os órgãos reprodutores. Se o corte for feito corretamente, o restante da carne fica bom para consumo. Como essa tarefa não é fácil, todos os restaurantes que servem essa iguaria, no Japão e em vários outros países, estão sempre sob a vigilância rigorosa dos órgãos de saúde.


 Sabugueiro

As pequenas flores brancas, de cheiro agradável, do sabugueiro escondem um potencial perigo. É que seus galhos, ramos, folhas, sementes e raízes contém uma substância que, quando ingerida, induz o organismo a produzir a toxina cianeto, cuja dose de 0,5 a 1,0 miligrama pode matar uma pessoa.

Apesar do risco, os frutos maduros dessa árvore são comestíveis e, se feito com muita cautela, é possível preparar chá com suas folhas, e xarope, caldas, vinhos, licores e compotas com suas flores e frutos.

Queijo Casu Marzu

Esse queijo é tão perigoso que se tornou ilegal na Sardenha, região da Itália onde é produzido, e agora só transita pelo mercado negro local. O Casu Marzu é feito com leite de ovelha e larvas vivas de mosca. Isso mesmo. Os produtores colocam as larvas na receita para ajudar a fermentar o queijo e torná-lo mais macio. Mas, sem um controle muito rígido de qualidade, as larvas podem intoxicar os consumidores.

Se não retirar as larvas antes de comer, a pessoa corre o risco de sofrer com uma infecção intestinal, com náuseas, vômito, dor abdominal e diarreia com sangue. Isso acontece porque os bichos sobrevivem ao ambiente estomacal e seus ganchos bucais podem machucar as paredes do estômago e do intestino. 

Sapo-boi da Namíbia

Apesar de possuir veneno distribuído em seus órgãos e pele, essa rã africana é considerada um verdadeiro manjar na Namíbia e outros países do continente. Se preparado sem o devido cuidado, o veneno, chamado Oshiketakata, pode provocar insuficiência renal e até morte.

Para evitar intoxicações, a época mais indicada para capturar a rã é após a estação de acasalamento, quando os sapos começam a coaxar mais.

Ackee

Por fora, a fruta jamaicana chamada Ackee parece inofensiva, mas, por dentro, é um campo minado. A parte interna comestível, usada em pratos típicos do país, é uma massa amarela que envolve sementes pretas altamente venenosas.

Além disso, quando ainda não está madura, essa fruta apresenta uma toxina que pode provocar hipoglicemia, desidratação, convulsões, coma e até a morte.

Ruibarbo
Usado na culinária para fazer sobremesas e como remédio fitoterápico, o Ruibarbo pode também ser perigoso. Suas folhas não podem ser ingeridas em nenhuma hipótese. Isso porque elas possuem grande concentração de ácido oxálico, um componente corrosivo e tóxico para os rins, que, dependendo da quantidade, pode até matar
Peixe-pedra

Muito comum nas águas rasas do Pacífico, o peixe-pedra tem sido consumido como uma iguaria, denominada Okoze, apesar de possuir 13 espinhas dorsais cheias de veneno neuro-tóxico. Mas o grande risco que ele apresenta não é para quem come, mas para quem prepara esse prato.

Não importa como será servido, o chef que manuseia esse peixe precisa ter cuidado redobrado para não se espetar com uma das espinhas venenosas, já que esse animal consegue sobreviver fora d’água por até 24 horas.

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Por que gatos gostam tanto de caixas?

Todo dono de felino já passou por essa situação: comprar um brinquedo supercaro para seu animal de estimação, só para ele não dar a menor bola para o objeto e correr se enfiar em uma velha caixa de sapatos, ou qualquer outra caixa de qualquer outro tamanho colocada em qualquer outro lugar da casa.
Por quê, ó céus, por quê? Por que gatos gostam tanto de caixas?

Há uma vantagem óbvia de predação que a caixa proporciona: gatos são predadores de emboscada, e caixas são bons esconderijos para perseguir presas.

Mas não pode ser só isso que explica o gosto dos felinos por caixas, né?
Felizmente, biólogos e veterinários possuem algumas outras explicações interessantes. Na verdade, quando você olha para todas as evidências em conjunto, pode ser que o seu gato não apenas goste de caixas; pode ser que precise delas.

Conforto e segurança

50 anos de pesquisa comportamental sobre gatos deixaram uma coisa clara: felinos derivam conforto e segurança de espaços fechados.
Em situações de estresse, gatos muitas vezes procuram uma caixa ou qualquer outro tipo de compartimento fechado para se sentirem melhor.

A veterinária Claudia Vinke, da Universidade de Utrecht, na Holanda, estudou níveis de estresse em gatos de abrigos animais. Ela forneceu caixas para um grupo de gatos recém-chegados, privando outro grupo do mesmo benefício. Ela descobriu uma diferença significativa nos níveis de estresse entre os gatos que tinham caixas e os que não tinham. Os com caixas se acostumaram com seu novo ambiente mais rápido, ficaram muito menos estressados e se mostravam mais interessados em interagir com humanos.
Faz sentido quando consideramos que a primeira reação de quase todos os gatos a uma situação estressante é se retirar e se esconder. “Se esconder é uma estratégia comportamental da espécie para lidar com mudanças ambientais e estressoras”, explica Vinke.
Isto é verdadeiro tanto para gatos selvagens quanto domésticos.

Isolamento social

Em alinhamento com o item anterior, também é importante notar que gatos não são a fim de resolução de conflitos, e preferem fugir de uma situação do que lidar com ela. A mania de se esconder vale para quase tudo – felinos apreciam um certo isolamento social.

Ou seja, não fique chateado se o seu gato não vem quando você o chama. Sim, ele está te evitando. Mas não é nada pessoal.
A caixa, nesse sentido, pode representar uma zona segura, um lugar onde as fontes de ansiedade, hostilidade e atenção indesejada simplesmente desaparecem.

Temperatura

Além de caixas, muitos gatos parecem escolher outros lugares estranhos para relaxar. Alguns enrolam-se em uma pia. Outros preferem sapatos, bacias, sacos de compras, canecas, caixas de ovos vazias e outros espaços pequenos e fechados.

O que nos leva à outra razão pela qual seu gato pode gostar muito de pequenas caixas (e outros lugares aparentemente desconfortáveis): frio.
De acordo com um estudo de 2006 do Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA, a neutralidade térmica para um gato doméstico é de 30 a 36 graus Celsius. Essa é a faixa de temperatura em que eles ficam “confortáveis” e não têm que gerar calor extra para se manter quente ou gastar energia metabólica em refrigeração.

Essa faixa também é cerca de 10 graus mais elevada do que a nossa, o que explica por que não é incomum ver um gato esparramado no asfalto quente em um dia que para você já está calorento demais.
Também explica por que muitos gatos podem desfrutar de espaços confinados. O papelão é um ótimo isolante térmico, e lugares pequenos forçam o gato a se enrolar, o que por sua vez ajuda a preservar o calor de seu corpo.

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