Quem acessa pornografia fica burro, diz estudo

Os que gostam que me desculpem, mas para comprovar essa “suspeita”, uma Universidade holandesa constatou que assistir filmes eróticos causa o desligamento de uma região do cérebro, chamada de córtex visual primário, a qual processa os estímulos visuais.

Segundo Gert Holstege, responsável pelo estudo, atividades visuais fazem com que o fluxo de sangue que vai para essa região do cérebro aumente, mas quando se trata de imagens pornográficas, ocorre justamente o contrário! Logo, o cérebro desvia o fluxo de sangue para outras regiões, “provavelmente para aquelas responsáveis pela excitação sexual”.

Os pesquisadores acreditam que as pessoas, ao verem pornografia, se tornam mais burras porque o cérebro se concentra mais na excitação do que nas imagens, desligando o que não é necessário naquele momento. E se o cérebro desliga algumas de suas funções significa que o seu exercício não está em pleno funcionamento, certo?

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Senado quer taxar compras feitas no exterior

O internauta pode conviver com mais um imposto na sua carteira. O Senado planeja tributar as compras feitas no exterior pela Internet. Medida serviria para compensar as perdas financeiras dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com as novas regras de tributação no ICMS nas compras virtuais.

Segundo estudos feitos pelo Senado, o brasileiro gastou US$ 25 bilhões em compras realizadas pela Internet em sites dos Estados Unidos. Hoje não há cobrança de ICMS nesse tipo de operação comercial. A informação sobre a disposição do Senado foi divulgada neste domingo, 27/05, na coluna Panorama Político, do Jornal O Globo.

Segundo a reportagem, a ideia dos senadores é criar um tributo para as compras realizadas no exterior como forma de garantir recursos para os estados de destino. Assim, São Paulo, por exemplo, que vai perder arrecadação com o novo modelo de ICMS – que levará em conta origem e destino das compras virtuais – poderia ser ‘compensado’. Hoje as compras realizadas pela Internet no exterior são sujeitas a taxas e multas impostas pela Receita Federal.

No último dia 09 de maio, a Comissão de Constituição, Justiça do Senado Federal aprovou proposta de emenda à Constituição (PEC 103/2011) que modifica a cobrança do ICMS do comércio eletrônico. Pela proposta, que ainda precisa passar pelo Plenário, os estados de origem dos produtos terão de repartir o imposto com os estados de destino.

Hoje, numa operação interestadual pela internet, o ICMS é recolhido pelo estado de origem da mercadoria. Pelo texto, essas operações, nas quais o comprador é uma pessoa física e, portanto, não inscrito no ICMS, terão o mesmo tratamento dado às vendas que se realizam entre empresas de estados diferentes: caberá ao estado do destinatário da mercadoria o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.

O faturamento do comércio eletrônico passou de R$ 540 milhões, em 2001, para R$ 18,7 bilhões, em 2011, com crescimento anual entre 76% (2006) e 26% (2011), nos últimos dez anos – com o estado de São Paulo concentrado cerca de 60% das vendas.

Fonte: Jornal O Globo, edição de 27 de maio.

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É complicado, o governo sempre quer mais e mais dando sempre o minimo possível para a população…