A vertiginosa valorização do bitcoin, a moeda virtual da web

PARIS, 09 avr 2013 (AFP) – A compra de uma pizza pode marcar a história das finanças. Em maio de 2010, um programador chamado Laszlo pediu, em um fórum na internet, que alguém entregasse esse produto em troca de 10.000 bitcoins, uma moeda virtual experimental lançada em 2009 e cuja vertiginosa ascensão pode ser motivada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de colocar seu dinheiro a salvo.

“Sem anchovas nem outros acréscimos extravagantes”, indicava o pedido de Laszlo. Na cotação da época, seu pedido equivalia a 41 dólares. Hoje, essa pizza custaria 1,4 milhão de dólares.

Na sexta-feira passada, esta moeda cibernética era cotada em torno dos 135 dólares – depois de roçar os 147 dólares no início da semana. É um aumento exponencial se levarmos em conta que, em fevereiro, o bitcoin podia ser negociado a 20 dólares.

Alguns analistas afirmam que a assombrosa valorização desta moeda, ainda pouco conhecida, pode ter sido causada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de salvar seus euros quando a crise financeira eclodiu no Chipre.

Outros expressam suas preocupações diante do que consideram o nascimento de uma nova bolha financeira, que logo poderá ter o mesmo destino do que outras bolhas da internet: explodir de forma fatal.

‘É algo totalmente irracional’, afirmou à AFP Yannick Naud, gestor de valores da companhia Glendevon King Asset Management, com sede em Londres. Cada vez mais clientes perguntam sobre os bitcoins, mas, segundo ele, é impossível atribuir um valor racional a esta moeda.

O bitcoin foi concebido em 2009 por causa da crise financeira mundial. Seu criador, um programador conhecido pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto, queria uma moeda que não dependesse de nenhum banco central ou instituição financeira.
Esta moeda eletrônica, criada a partir de complexos códigos informáticos gerados automaticamente por computadores ou dispositivos móveis, pode ser criada – em teoria – por qualquer usuário.

Mas a quantidade de bitcoins em circulação não pode ultrapassar os 21 milhões.
Uma vez criados, os bitcoins são armazenados no disco rígido do computador do usuário e podem ser então intercambiados com terceiros.

No entanto, existem riscos. Em junho de 2011, harckers esvaziaram as ‘carteiras virtuais’ de pessoas que possuíam esta moeda.

Apesar disso, várias empresas e pequenos negócios aceitam bitcoins como meio de pagamento para serviços de todos os tipos e esta moeda está no centro das conversações na web.

Um americano afirma ter vendido seu Porsche por 300 bitcoins e um canadense colocou sua casa à venda nesta mesma moeda.
Robert Walker, um designer digital de Londres, afirma ter comprado cerca de 200 bitcoins desde o final de 2011, seduzido pela natureza descentralizada desta moeda, que não depende da confiança de nenhum emissor central.

O investimento de Walker chega a 900 dólares, mas, no curso atual do bitcoin, poderá se valorizar para chegar a 27.000 dólares.

‘No momento, não é um valor que mudaria minha vida, mas poderá mudá-la dentro de uns cinco anos’, afirma Walker.

Para Yannick Naud, no entanto, o valor desta moeda virtual está alcançando níveis insustentáveis.

Fonte

O Bardo e o Banjo

Transmitir a música, a cultura de um povo, é a única forma de manter a chama da história de cada um de nós acesa para a posterioridade. O bardo na Europa antiga desempenhava esse papel, transmitindo através da arte (música, poemas) as histórias e lendas dos lugares por onde ele havia passado. No espirito de propagar uma cultura não tão conhecida, Wagner Creoruska Junior da inicio ao projeto o O Bardo e o Banjo, onde a música tradicional irlandesa e americana é propagada. Músico e instrumentista desde os 12 anos, Wagner estudou do violão erudito às guitarras do Heavy Metal, passando pelos mais diferentes estilos musicais e tocando em bandas como a Unlife e a December. O Bardo e o Banjo é por essencia um projeto que se enquadra no Folk, buscando nas raizes da música tradicional norte-americana, e, no banjo e seus intrumentos de percussão, o resgate (ou o conhecimento) de uma cultura esquecida.

O Banjo (de 5 cordas), instrumento que descende da família do alaúde (usado pelos bardos na antiga Europa), foi inventado nos Estados Unidos onde se tornou popular através de estilos musicais como o Bluegrass e o Jazz. Nas montanhas Apalaches (EUA) a forte influência da música irlandesa, escocesa, o country e o blues, agregados ao banjo de 5 cordas tornaram um estilo de tocar o instrumento, chamado estilo clawhammer, uma formula popular muito usada em filmes do velho-oeste e programas de TV da época. Em O Bardo e o Banjo o estilo clawhammer é difundido, assim como as músicas e temas que tornaram esse estilo conhecido.

O Bardo e o Banjo é uma One-man-band (banda de um homem só), que nada mais é que tocar vários instrumentos ao mesmo tempo e usando diferentes partes do corpo, esse é o conceito de uma banda de um homem só. O banjo agregado ao mambo (uma mala que vira um bumbo) e uma meia-lua é a engenhoca que faz o som de O Bardo e o Banjo. Uma experiência única, dançante, contagiante, que só pode ser contemplada ao vivo, com o Bardo e o Banjo!
O Bardo e o Banjo pode ser visto pelas ruas de São Paulo e para saber onde eles estarão, fiquem de olho no Twitter do O Bardo e o Banjo.

Fonte do texto: Southern Rock

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