Compre créditos para celular com… Bitcoin!

Imagine: você está na frente do seu computador (ou do seu smartphone) e precisa comprar créditos para seu telefone. Você tem que sair de casa e ir até algum ponto de venda ou acessar o site de seu banco para realizar a compra (e ter que passar sei lá por quantas telas e informar senhas, usuários e códigos cada vez mais complexos).

Pois agora há uma outra forma, bem mais rápida e fácil de usar. Um grupo de entusiastas de Bitcoin e outras criptomoedas lançou o Pague com Bitcoin. O principal objetivo é o de disseminar o Bitcoin e oferecer serviços baseados em criptomoedas. Atualmente realizam recarga de celulares pré-pagos, mas já anunciam que em breve novos serviços serão adicionados.

A equipe do PagueComBitcoin.com é formada por membros ativos de comunidades relacionadas a criptomoedas, sempre presentes em eventos que dicutem o Bitcoin no sul e sudeste do Brasil, inclusive são os criadores da P2pool Brasil a primeira pool de mineração em território brasileiro.

Para fazer uso da recarga de celular pré-pago utilizando Bitcoin, é necessário apenas informar o número do celular com DDD e um email de contato.

Veja essa e outras nerdices aqui!

Bitcoin tem de entrar na declaração de Imposto de Renda

Mesmo que o Brasil não considere bitcoin oficialmente uma moeda, se você possui algumas unidades guardadas, terá de informar à Receita Federal e, talvez, pagar imposto por isso.

Assim como ocorreu nos Estados Unidos, a Receita entende que bitcoin é um ativo financeiro passível de tributação, então quem possuía a partir de R$ 1 mil em bitcoin no fim do ano passado deve incluí-la na declaração de Imposto de Renda na categoria “outros”.

De acordo com a Folha de S.Paulo, é preciso ainda recolher 15% de IR sobre o ganho de capital ocorrido em transações superiores a R$ 35 mil. Como a obrigação vale para negócios ocorridos até cinco anos atrás, quem não fez isso antes terá de pagar juros e multa.
Fonte – Olhar digital

Será que algum brasileiro irá declarar seus BitCoins no imposto de renda?

Britânico revira lixão atrás de hard drive com milhões em moedas virtuais

James Howells esqueceu que HD tinha milhares de bitcoins

Um britânico revirou um lixão esta semana para tentar recuperar um hard drive que jogou fora há quatro meses e que hoje vale alguns milhões de dólares.

James Howells, da cidade de Newport, no País de Gales, afirma que o hard drive contém 7,5 mil bitcoins, uma moeda virtual usada em transações online.

Nesta semana, a cotação do bitcoin chegou pela primeira vez a US$ 1 mil, o que significa que o HDdo britânico estoca um fortuna de US$ 7,5 milhões, ou R$ 17,3 milhões.

Em entrevista à BBC nos arredores do lixão, ele contou ter comprado o hard drive em 2009 por “quase nada” e que após um pequeno incidente com um antigo latptop, deixou o disco rígido guardado em uma gaveta por três anos.

Ele achava que todos os arquivos de que necessitava já haviam sido transferidos para seu novo computador e esqueceu que o hard drive continha milhares de bitcoins.

Antes de se livrar do disco rígido, Howells ainda hesitou, mas não mudou de ideia.

“Assim que joguei o HD na lixeira me perguntei por que estava fazendo aquilo já que nunca tinha me desfeito de um antes. Mas, ainda assim, fui em frente”, relembra Howells, que trabalha com TI.

Ele percebeu que tinha feito uma grande besteira quando começou a ouvir histórias de pessoas que estavam fazendo alguns milhões trocando seus bitcoins por dinheiro e lembrou-se que seu HD poderia lhe render milhões.

O homem ainda checou todas as suas cópias de segurança, mas não encontrou os bitcoins. Numa última tentativa de recuperar o HD, ele foi até o lixão da cidade, mas após percorrer uma área do tamanho de quase dois campos de futebol, suas esperanças se esvaíram.

“O gerente me explicou que os lixos recebidos há três quarto meses já podem estar a mais de um metro de meio de profundidade”, disse ele.

“Ele ainda disse que pessoas que tentam recuperar bens valiosos chegam ao local acompanhadas de até 20 pessoas que ajudam nas buscas, além de cachorros farejadores”.

Em uma carta a um comitê do Senado americano, o FBI reconheceu que as moedas virtuais oferecem “serviços financeiros legítimos”, mas alertou que a moeda pode ser explorada por “atores maliciosos”.

Em outubro, o primeiro caixa eletrônico de bitcoins foi aberto em Vancouver, no Canadá. A máquina permite trocar bitcoins por dinheiro e vice-versa.

iG Tecnologia

A vertiginosa valorização do bitcoin, a moeda virtual da web

PARIS, 09 avr 2013 (AFP) – A compra de uma pizza pode marcar a história das finanças. Em maio de 2010, um programador chamado Laszlo pediu, em um fórum na internet, que alguém entregasse esse produto em troca de 10.000 bitcoins, uma moeda virtual experimental lançada em 2009 e cuja vertiginosa ascensão pode ser motivada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de colocar seu dinheiro a salvo.

“Sem anchovas nem outros acréscimos extravagantes”, indicava o pedido de Laszlo. Na cotação da época, seu pedido equivalia a 41 dólares. Hoje, essa pizza custaria 1,4 milhão de dólares.

Na sexta-feira passada, esta moeda cibernética era cotada em torno dos 135 dólares – depois de roçar os 147 dólares no início da semana. É um aumento exponencial se levarmos em conta que, em fevereiro, o bitcoin podia ser negociado a 20 dólares.

Alguns analistas afirmam que a assombrosa valorização desta moeda, ainda pouco conhecida, pode ter sido causada pelo desejo de investidores russos e cipriotas de salvar seus euros quando a crise financeira eclodiu no Chipre.

Outros expressam suas preocupações diante do que consideram o nascimento de uma nova bolha financeira, que logo poderá ter o mesmo destino do que outras bolhas da internet: explodir de forma fatal.

‘É algo totalmente irracional’, afirmou à AFP Yannick Naud, gestor de valores da companhia Glendevon King Asset Management, com sede em Londres. Cada vez mais clientes perguntam sobre os bitcoins, mas, segundo ele, é impossível atribuir um valor racional a esta moeda.

O bitcoin foi concebido em 2009 por causa da crise financeira mundial. Seu criador, um programador conhecido pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto, queria uma moeda que não dependesse de nenhum banco central ou instituição financeira.
Esta moeda eletrônica, criada a partir de complexos códigos informáticos gerados automaticamente por computadores ou dispositivos móveis, pode ser criada – em teoria – por qualquer usuário.

Mas a quantidade de bitcoins em circulação não pode ultrapassar os 21 milhões.
Uma vez criados, os bitcoins são armazenados no disco rígido do computador do usuário e podem ser então intercambiados com terceiros.

No entanto, existem riscos. Em junho de 2011, harckers esvaziaram as ‘carteiras virtuais’ de pessoas que possuíam esta moeda.

Apesar disso, várias empresas e pequenos negócios aceitam bitcoins como meio de pagamento para serviços de todos os tipos e esta moeda está no centro das conversações na web.

Um americano afirma ter vendido seu Porsche por 300 bitcoins e um canadense colocou sua casa à venda nesta mesma moeda.
Robert Walker, um designer digital de Londres, afirma ter comprado cerca de 200 bitcoins desde o final de 2011, seduzido pela natureza descentralizada desta moeda, que não depende da confiança de nenhum emissor central.

O investimento de Walker chega a 900 dólares, mas, no curso atual do bitcoin, poderá se valorizar para chegar a 27.000 dólares.

‘No momento, não é um valor que mudaria minha vida, mas poderá mudá-la dentro de uns cinco anos’, afirma Walker.

Para Yannick Naud, no entanto, o valor desta moeda virtual está alcançando níveis insustentáveis.

Fonte