ONG é proibida de dar livro em viaduto de São Paulo

A organização não-governamental Educa São Paulo havia programado para a manhã de segunda-feira (10), a distribuição de cerca de 8.000 livros, entre obras de literatura brasileira, livros infantis e gibis, no Viaduto do Chá, região central. A intenção era, além de incentivar a leitura, protestar contra o abandono das bibliotecas da cidade, que, segundo o presidente da ONG, Devanir Amâncio, “têm livros, mas não têm leitores.”

Uma perua Kombi estacionou no Viaduto do Chá por volta das 23h de domingo (9) para organizar e separar os títulos por autor e gênero, mas foram impedidos. Quatro guardas-civis metropolitanos disseram para os integrantes da ONG que eles deveriam ter autorização da prefeitura para realizar a distribuição. “Eles disseram que estavam em alerta, esperando pela ação, e que a ordem era impedir”, disse Amâncio.
A iniciativa, intitulada Bienal Relâmpago, agora será transformada em Bienal Móvel. Segundo Amâncio, duas Kombis – equipadas com aparelhos de som e faixas – percorrerão locais movimentados da região central da cidade oferecendo livros às pessoas. “Devemos começar ainda pela região do Viaduto do Chá, porque ali é área de Zona Azul e, se pagarmos, podemos estacionar por um tempo para distribuir os livros.”
Ainda sem itinerário ou data marcada para a ação, Amâncio disse que é provável que a distribuição seja realizada neste sábado. Segundo ele, os livros foram doados por moradores da cidade. “Os próximos gestores têm de oferecer uma política eficiente de incentivo à leitura, para que as bibliotecas não sejam depósitos de livros como são hoje.” As informações são do jornal “O Estado de S.Paulo”.

Visto aqui e aqui

Palcos de massacres viram destinos de turistas!

A polêmica causada por visitas de jogadores de seleções europeias ao campo de concentração de Auschwitz chama a atenção para um fenômeno recente na indústria do turismo mundial: a procura cada vez maior por locais ligados a assassinatos em massa, o chamado “turismo de genocídio”.

Jogadores da Holanda, Itália, Alemanha e Inglaterra, seleções que participam a Eurocopa, realizada na Polônia e na Ucrânia, estiveram no local do antigo campo de concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, que hoje é um dos mais famosos memoriais às vítimas do Holocausto.

Campo de concentração na Polônia

Essas visitas dividiram opiniões. Na Inglaterra, o jornal Daily Mirror saudou a “mensagem poderosa” que ela envia em um momento em que o “futebol está enfrentando novas e graves preocupações sobre o racismo entre jogadores e torcedores”.

Já em outro jornal, o Daily Mail, a visita dos jogadores ingleses foi vista como uma “jogada de relações públicas de mau gosto”.

Seja como for, o fato é que nos últimos anos memoriais e museus que marcam os locais de assassinatos em massa em todo o mundo têm recebido um número cada vez maior de visitantes.

Campo de concentração na Polônia

Só no ano passado, um recorde de 1,4 milhões de pessoas cruzaram o famoso portão com os dizeres “Arbeit Macht Frei” (O trabalho liberta) de Auschwitz. Em outras partes do globo, memoriais do Holocausto, de massacres e genocídios também estão vendo os seus números de visitantes dispararem.

Bósnia, Camboja e Ruanda estão entre os destinos mais procurados do ficou conhecido como “turismo de genocídio”.

Ruanda
O casal americano Ben e Nicole Lusher, por exemplo, decidiu embarcar em uma viagem de 5 meses para visitar memoriais em diversos cantos do globo – partindo de Yad Vashem, em Jerusalém, o memorial oficial do Holocausto em Israel.

Guerra na Ruanda

Ben diz que o lugar que mais os emocionou foi o memorial do genocídio de Ruanda, com vista para Kigali. “Foi uma experiência nova para nós estar em um lugar onde o genocídio ocorreu há tão pouco tempo”, diz ele.

Tanto Ben quanto Nicole tinham apenas 10 anos em 1994, quando entre 800 mil e 1 milhão de tutsis e hutus moderados foram mortos.

Em geral, os visitantes estrangeiros do memorial de Kigali são turistas que viajaram para Ruanda para fazer turismo de natureza, apreciando a vida selvagem e montanhas do país. Mas mais de 40.000 estrangeiros passaram pelo memorial em 2011. Entre os visitantes também estão filhos e familiares das vítimas.

A canadense Laura Maclean, que foi a Ruanda para fazer montanhismo, explica que decidiu visitar o memorial em suas férias porque pensou que essa seria uma forma de “mostrar respeito” às vítimas do genocídio.

Segundo o guia de turismo George Mavroudis, que freta aviões para levar americanos para ver gorilas em Ruanda, a maioria de seus clientes pede para visitar o memorial.

Guerra de Ruanda

De acordo com Mavroudis, que foi ao memorial de Kigali mais de 20 vezes, os turistas acreditam que a visita é importante para entender o país no qual eles estão passando férias.

Caveiras
O memorial do genocídio não é o único ponto turístico que relembra esse episódio sombrio da história de Ruanda.

O filme de Hollywood Hotel Ruanda é baseado na história do gerente do hotel cinco estrelas Des Milles Collines, que abrigou tutsis e hutus moderados para evitar que eles fossem massacrados.

Hoje, o atual gerente desse hotel, Marcel Brekelmans, diz que turistas aparecem todos os dias para tirar fotos na entrada do estabelecimento.

Massacre na Bósnia

Para ele, não há que escapar do passado do país. “Ruanda não é apenas um lugar com gorilas e os belos lagos. Alguma coisa aconteceu aqui”, diz Brekelmans, que cresceu perto de um dos maiores cemitérios da Segunda Guerra Mundial, na Holanda. “De tempos em tempos é preciso parar e refletir sobre isso”.

Mas as formas usada pelos memoriais para lembrar as vítimas dos massacres frequentemente despertam polêmicas.

O principal memorial do genocídio em Kigali tem cabines cheias de caveiras alinhadas. Outros compartimentos exibem pilhas e pilhas de ossos.

No Camboja, memoriais aos mortos pelo regime do Khmer Vermelho têm crânios dispostos em uma pirâmide.

Para alguns, exibir restos humanos é uma forma de desrespeito à dignidade dos falecidos.

James Smith, fundador do memorial de Ruanda e do memorial do Holocausto na Grã-Bretanha, diz que o respeito às vítimas foi uma das suas preocupações quando criou o memorial. Mas ele decidiu manter a exposição dos crânios recém-desenterrados de valas comuns como forma de evitar qualquer tipo de negação sobre o que ocorreu.

Motivações
Por que cada vez mais turistas visitam esses memoriais?

A psicóloga Sheila Keegan, especialista em tendências culturais, diz que hoje os turistas têm expectativas variadas sobre suas viagens.

Enquanto muitos ainda querem sentar na praia e relaxar, outros também querem ampliar seus horizontes.

Massacre na Bósnia

“As pessoas querem ser desafiadas. Pode ter um elemento de voyeurismo nisso, mas as pessoas querem sentir grandes emoções que elas não costumam experimentar no dia a dia. Elas querem fazer essa pergunta relacionada à própria natureza do ser humano: Como pudemos fazer isso?”

Keegan diz que visitas a memoriais de genocídios também dão aos turistas algo para contar e debater quando voltam para casa – mas faz uma ressalva, lembrando uma experiência pessoal.

A psicóloga diz que não pensou muito quando decidiu visitar os campos de extermínio do Camboja com a filha de oito anos quando estava passando férias no país. Hoje, lamenta a decisão.

“Não esperava que a visita fosse tão chocante”, afirma. “Estávamos em meados dos anos 90, e a guerra civil terminara havia pouco tempo. Ainda havia sangue no chão.”

Fonte

Ex-técnico de informática diz ter dores causadas por alergia a tecnologia

O ex-técnico de informática Phil Inkly, 36, diz ter sido forçado a se mudar para um local isolado por causa de uma alergia a tecnologia. Segundo ele, que vive em um trailer numa região isolada da Inglaterra, o problema que ele mesmo diagnosticou tornou impossível suportar a vida moderna.

Inkly afirma ter sintomas como nariz escorrendo, escurecimento da vista, problemas no sono e dor de cabeça ao ficar perto de itens tecnológicos – ao “Daily Mail”, ele citou a radiação do Wi-Fi, dos telefones portáteis, do micro-ondas e da TV. O problema foi diagnosticado pelo paciente como hipersensibilidade eletromagnética – algo raro, mas já conhecido.

Nos Estados Unidos, há uma vila com 143 moradores que relatam o mesmo problema e vivem no local para se isolar das ondas eletromagnéticas.

Inkly diz que a fuga para uma região de floresta foi a única alternativa para controlar as dores insuportáveis. Segundo o “Daily Mail”, seus médicos temem que a radiação possa ter causado um tumor em seu cérebro, mas não podem fazer uma radiografia por conta da extrema sensibilidade do paciente.

“Eu fiquei tão doente [por causa das ondas eletromagnéticas] que passei a acreditar que viver na mata salvaria minha vida. Só assim que consegui dormir e controlar a dor”, afirmou o ex-técnico de informática. “Perdi minha vida social, minha vida amorosa e meu trabalho porque estou sempre doente e só consigo ficar em áreas com pouca radiação. Por causa disso, o dinheiro é sempre pouco”, afirmou Inkly.

Doença ainda não reconhecida

O médico Andrew Tresidder, da Escola de Medicina de Bristol e estudioso de eletrosensibilidade, acredita que Inkly possa sofrer de sensibilidade eletromagnética, uma condição ainda não reconhecida cientificamente devido à falta de evidências. “Os sintomas variam de fatiga, dores de cabeça, visão turva, formigamento, distúrbios do sono, dores nas articulações e dedos, coração acelelerado, entre muitos outros sinais”, diz.

Segundo Tresidder, esses sintomas seriam causados por tecnologias transmissoras, como a de um celular ou do sinal Wi-Fi, que alterariam de alguma forma o sistema endócrino do paciente.

“Infelizmente, autoridades governamentais ainda consideram esse distúrbio como psicológico”, lamenta o médico. “Há várias pesquisas científicas que mostram os efeitos adversos que campos eletromagnéticos têm em sistemas biológicos, inclusive humanos”, complementa Tresidder.

Fonte: UOL tecnologia

Novos tempos, novas doenças e alergias…

Disco de chocolate que toca de verdade!

O diretor da empresa croata de chocolate apimentado Nadalina, Marinko Biskic, apresentou discos de chocolate (no mesmo formato dos modelos de vinil) feitos em sua fábrica, em Split, na Croácia.
O produto, vendido por aproximadamente R$ 33, toca uma música croata que se chama “O kakva luna”. Biskic, inclusive, gravou um clipe onde aparece cantando a canção e fazendo chocolate.

Cada disco custa aproximadamente 33 Reais.

O disco toca de verdade e a música é “O kakva luna” !

*-*
Quero váriosss discos
SAHUASHUUASHHUASUHASUHASHUASHUAS