Furtos em estações, um breve relato

Segue abaixo um caso chatinho que aconteceu comigo um dia desses…

São Paulo, quinta feira, 13 de fevereiro de 2020 – 18:20
Estação de trem CPTM Luz, plataforma da linha 11 coral.
O trem para na plataforma e é aquele empurra empurra, pessoas desesperadas para entrar e sentar, enquanto avançava tentando não me envolver no tumulto sou jogado pra dentro do trem, nisso acabo segurando minha mochila para não esbarrar nas pessoas a frente e sinto o meu celular sendo puxado do meu bolso, me viro e a porta do trem estava fechando! “Lascou”, pensei por um breve momento e enquanto as pessoas falavam que era um vendedor ambulante que havia furtado meu aparelho eu pensava em como faria pra recupera-lo pois tinha senha e, não obstante, dois apps de segurança! Pensei em descer na estacão Brás pra proceder com a recuperação mas me falaram que o ladrão não tinha conseguido sair do trem, o procurei mas estava muito lotado e não obtive sucesso, então desci no Tatuapé, achei uma rede wifi e comecei a rastrear o aparelho enquanto fazia aquele boletim online.
Aplicativo do Google “Encontrar seu smartphone” – Sem sucesso, aplicativo LookOut security – Sem sucesso. Tentativas de localizar o aparelho sem sucesso. Assim que aceitei que havia perdido o celular para algum meliante comecei a me fazer os seguintes questionamentos: Por que não havia um segurança sequer na plataforma? Pra que servem as câmeras na plataforma e nos trens sendo que eles ignoram os chamados e não deixam ver e identificar esse tipo de ocorrência? Como pode um aplicativo do Google falhar num momento tão crítico? O aparelho, embora de 2017, tinha configuração generosa e funcionava muito bem. O mais frustrante é que além do meu caso tenho noção entre mais 3 casos similares entre conhecidos (INCLUINDO UM NO MESMO DIA!). Ficam esses questionamentos e vou pontuar item por item, começando pelos apps de segurança.

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Advogado ganha indenização por pegar trem lotado em SP

A Justiça paulista condenou a CPTM (Companha Paulista de Trens Metropolitanos) a indenizar por danos morais um advogado que pegou um trem lotado. A ação estabelece indenização de R$ 15 mil. A companhia pode recorrer.
 O advogado Felippe Mendonça, 35, afirma que, no dia 2 de fevereiro do ano passado, embarcou por volta das 18h na estação Pinheiros da linha 9-esmeralda (Osasco-Grajaú), com destino à estação Granja Julieta.
 O trem, diz, já estava cheio. “Eu não conseguia sentar, mas a lotação ainda estava normal. Na estação seguinte, o trem ficou lotado”, conta.
 Segundo o advogado, tumultos se formavam nas portas dos vagões quando o trem parava nas estações, e os funcionários da CPTM não ajudavam a organizar o fluxo de passageiros. “Eles empurravam as pessoas, buscavam colocar mais gente [no trem].”

Uma estação antes de chegar a seu destino, ele desembarcou. “Desci na estação Morumbi. Tirei fotos e fiz vídeos. Voltei para casa a pé”, conta o advogado.
 No dia seguinte, Mendonça entrou com a ação na Justiça. Nela, classificava o transporte como “sub-humano e degradante”.
 Em julho de 2012, ele perdeu a causa em primeira instância e recorreu. Na terça-feira, os desembargadores da 16ª Câmara de Direito Privado decidiram, por unanimidade, que Mendonça tem direito à indenização.
 “Não tenho carro e uso o transporte público. A minha intenção é que as pessoas lutem por seus direitos”, diz.
 Em nota, a CPTM afirmou que vai analisar “as medidas judiciais cabíveis, no momento processual oportuno”.
 A companhia informou que agentes operacionais dão orientações aos usuários e ajudam “no fechamento das portas nos horários de pico”.
 Segundo a empresa, as obras de modernização e a aquisição de novos trens vão aumentar a oferta de lugares.

Se todo mundo começar a cobrar eles vão ter que melhorar a qualidade do serviço…

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