Blackout amanhã!!!

São Paulo – Quarta-feira, 18 de janeiro de 2012, deve ser um dia ímpar para história da internet. Pela primeira vez, gigantes da web podem realizar um blackout de seus serviços em protesto contra um projeto de lei.
O motivo é a proposta conhecida como Sopa (Stop Online Piracy Act, ou Lei Para Parar a Pirataria Online, em português), que tramita no Congresso americano.

O projeto foi apresentado pelo congressista americano Lamar Smith, do Estado do Texas, em outubro do ano passado, com o apoio de associações de gravadoras e de estúdios de cinema – supostas vítimas da troca de arquivos online.

A proposta prevê que qualquer serviço online, aí incluso gigantes como Google, Facebook e Twitter, seriam responsáveis pelos conteúdos protegidos por direitos autorais publicados ou compartilhados por seus usuários.

Para forçar os sites a retirarem os conteúdos supostamente ilícitos do ar, a lei prevê o bloqueio de serviços de pagamentos utilizados pelas empresas de internet, como o PayPal, e a suspensão de operações de cartão de crédito. O projeto prevê até mesmo a remoção das menções de sites suspeitos de buscadores como o Google e bloqueio do serviço. Uma vez bloqueado, o site teria que reverter o quadro na Justiça americana, o que seria caro e moroso.

Bolsa tem bateria para recarregar celular, tablet

PowerBag tem capacidade para completar bateria dos aparelhos.
Mochila tem entrada para iPhone, iPad e para dispositivos com USB.

Para quem precisa estar com seus aparelhos eletrônicos sempre carregados, a empresa PowerBag lançou durante a Consumer Electronic Show (CES), realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, uma série de mochilas que possuem baterias para recarregar o celular, o tablet e um tocador digital — tudo ao mesmo tempo. Com preços que variam entre US$ 140 e US$ 250, dependendo do modelo, o usuário pode andar
de carro ou de ônibus enquanto mantém seus aparelhos funcionando

Já o MyCharge é uma bateria portátil para recarregar aparelhos eletrônicos em momentos de emergência.
O dispositivo, que é recarregado na tomada, tem entradas para iPhone e iPad além de miniUSB, que permite usá-lo com diversos modelos de eletrônicos!

Quero uma pro meu celular
*-*

BjossFuiiii

Brasil tem a banda larga mais cara do mundo!

O Brasil tem a banda larga – fixa e móvel – mais cara do mundo e com custo muito acima do praticado em países emergentes e até mesmo com economias menos desenvolvidas, revela estudo da UNCTAD(Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), da ONU(Organização das Nações Unidas), divulgado nesta quarta-feira, 19/10.

De acordo com estudo, divulgado no país pelo Comitê Gestor da Internet, o custo do mbps móvel está em US$ 51, enquanto no Quênia fica em US$ 4 e na Turquia, US$3. Na banda larga fixa brasileira, o custo do megabit está estimado em US$ 61.

“A telefonia celular no Brasil segue sendo a mais cara do mundo apesar da redução de 17% constada do ano passado para cá. Mas os nossos preços ficam muito além do cobrado mundialmente. E o celular é a ferramenta de inclusão e de acesso”, afirma Carlos Afonso, do Comitê Gestor da Internet, que colaborou com a pesquisa da ONU, enviando dados de pesquisas como TIC Empresas e TIC Domícilios, realizadas no país.

Segundo os dados divulgados pela ONU/UNCTAD, mesmo que o Brasil desonerasse o serviço de banda larga – uma reivindicação antiga das operadoras – o custo do megabit móvel – US$ 51 (cerca de R$ 90,00 com o dólar a R$ 1,75) – ficaria muito acima do cobrado em países com situações econômicas inferiores a nossa. Panorama semelhante na banda larga fixa – US$ 61.

“Entre as oito maiores economias, o Brasil é o mais caro disparado. Precisamos rever muitas questões em telecom. Podemos garantir que a Telefonia, e a banda larga entra nessa questão porque são serviço das teles, é a grande vilã para o desenvolvimento das TICs no país”, diz Carlos Afonso.

Para se ter uma ideia, o custo do megabit móvel no Quênia, na África, é de US$ 4. No Marrocos é de US$ 7. No Vietnam fica em US$ 2 e na Turquia, US$ 3. “A diferença é gritante”, sustenta Carlos Afonso. Outro dado a ser levado em conta é a velocidade de conexão ofertada ao consumidor.

Enquanto no Brasil, é de 1 Mbps, no Quênia, esse índice chega a 7,2 Mbps, mesma velocidade encontrada no Sri Lanka e na Turquia. No Vietnam, a velocidade é menor, mas chega a 3,6 Mbps. “A Internet móvel está muito distante do cidadão brasileiro. Muito pouca gente usa a Internet de fato. Os celulares têm internet, mas o cidadão não usa. Hoje é um serviço de rico”, observa Carlos Afonso.

Na banda larga fixa o cenário não é diferente. O preço encontrado para o Brasil para o pacote ilimitado foi de US$ 31,31 (R$ 54,79 com o dólar a R$ 1.75), para uma velocidade de 512 Kbps. O estudo apura ainda um custo do MBps fixo de US$ 61 no Brasil.

Na Turquia, com uma velocidade de 1Mbps – o dobro da constatada no Brasil – o custo do pacote fixo sai a US$ 30. No Vietnam, com velocidade de 1,5 Mbps, o custo do pacote sai a US$ 8.72. O preço do megabit nesses países são, respectivamente, US$ 30 e US$ 6. A pesquisa sobre dados da telefonia móvel é feita pela Fundação Nokia, na Finlândia.

No ano passado, a divulgação desses dados da ONU/UNCTAD já causou polêmica no Brasil. As teles reagiram ao estudo que apontava a telefonia móvel nacional como a mais cara do mundo.

Por meio do SindiTelebrasil, elas declaram que ‘a cesta considerada pela UNCTAD está longe de refletir o perfil médio de utilização da telefonia celular no Brasil”. Dessa vez, o estudo focou na banda larga, e no caso do país, segundo o Comitê Gestor foram levados em conta dados do IBGE, dos estudos da própria entidade e do SEBRAE.

Assim complica né
Fonte