Canal do Otário: Maxi Conta Itaú – Tarifas Bancárias – Serviços Essenciais

Quer se livrar de tarifas bancárias (ou talvez diminuir as que vc paga)?
Verifique se vc realmente utiliza ou necessita de todos os serviços que existem no pacote de serviços oferecido pelo seu banco!
Caso não necessite, não pense duas vezes, dirija-se imediatamente para a sua agência e solicite a alteração de sua conta para a Conta de Serviços Essenciais — isenta de tarifas!

Este é o link onde coloquei o documento para solicitação de abertura de Conta Corrente (ou Poupança) para Serviços Essenciais, caso o seu Banco se recuse a efetuar a abertura ou alteração da conta de serviços essenciais (mas será muito difícil que eles se recusem a fazer isto, ainda mais após este vídeo rsrs):

http://sites.google.com/site/canaldootario/home/servicos-essenciais

Mesmo abrindo a conta de Serviços Essenciais, verifique se o Banco não está empurrando nenhuma tarifa “escondida” como: seguro contra roubo de cartão, seguro de vida, anuidade de cartão de crédito, etc… Vc não é obrigado a aceitar nada disto!!!

Uma outra maneira de reduzir ou até mesmo se livrar das tarifas bancárias, é aderindo a “Conta Digital” (ou iConta, no caso do Itaú), verifique se seu banco possui esta modalidade, cuja grande vantagem, é a possibilidade de efetuar DOCs e TEDs ilimitados, mas muito CUIDADO (isto não é o ideal para qualquer pessoa, especialmnte se vc não possui fácil acesso a internet, ou se necessita de atendimento pessoal nas agencias), pois, além de não poder utilizar cheques, vc não poderá resolver qualquer tipo de problema na sua agencia!

Fontes e Links úteis:

Resolução CMN 3.919, de 2010.
http://www.bcb.gov.br/htms/normativ/RESOLUCAO3919.pdf

Resolução CMN 3.516, de 2007.
https://www3.bcb.gov.br/normativo/detalharNormativo.do?method=detalharNormati…

Para efetuar uma reclamação online junto ao Banco Central
https://www3.bcb.gov.br/rdr/preparaDemanda.paint?method=inicializar&natur…

Para a solução de problemas relacionados a Tarifas Bancárias, o Banco Central faz a seguinte recomendação: o cidadão deve procurar a própria instituição que lhe prestou o serviço ou comercializou o produto financeiro. Se as tentativas de solução por meio da agência ou posto de atendimento ou ainda dos serviços telefônicos ou eletrônicos de atendimento ao consumidor não apresentarem resultado, o cidadão deve procurar a ouvidoria da instituição. As ouvidorias são componentes concebidos para atuar como canal de comunicação entre essas instituições e os clientes e usuários de seus produtos e serviços, inclusive na mediação de conflitos, nos termos da Resolução CMN 3.849 e da Circular 3.503, ambas de 2010. Em caso de insucesso, o cidadão poderá encaminhar sua demanda para os órgãos de defesa do consumidor competentes.
Atendimento eletrônico do Procon de SP
http://www.procon.sp.gov.br/atendimento.asp

Definição de ‘Pessoa Natural’: corresponde ao ser humano dotado de razão, de inteligência, com capacidade de entender, de portar-se segundo uma lógica e de submeter a si os demais seres do universo.
http://estudosdedireitocivil.blogspot.com.br/2008/07/das-pessoas-naturais.html

Regras da Poupança (Banco Central)
http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/indecon/poupanca.asp?idpai=PORTALBCB

“65% dos depósitos da poupança são destinados a operações de financiamento habitacional” (Brasil.gov)
http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2010/12/17/mudancas-na-destinacao-…

Perguntas frequentes Banco Central — Tarifas Bancárias
http://www.bcb.gov.br/pre/bc_atende/port/servicos5.asp?idpai=faqcidadao1

Reclamações e denúncias mais freqüentes (Banco Central do Brasil)
http://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/bcb/recDenFreq.asp?idpai=RECLAMACAODE…

Perguntas frequentes – Tarifas Bancárias (Pro-teste)
http://www.proteste.org.br/ServiceSelector/TarifasBancarias/BR/Faq.aspx#0

Comparador online de tarifas bancárias
http://www.proteste.org.br/ServiceSelector/TarifasBancarias/BR/

Contas correntes: perfil determina serviços
http://www.proteste.org.br/central-content/contas-correntes-perfil-determina-…

Revista do Idec – Conta gratuita é um direito (pesquisa)
http://www.idec.org.br/em-acao/revista/25-anos-de-idec/materia/conta-gratuita…
http://www.idec.org.br/uploads/revistas_materias/pdfs/167-pesquisa-bancos1.pdf

Relatórios anuais (Itaú)
http://ww13.itau.com.br/PortalRI/HTML/port/infofinan/rao.shtml

Tarifas MaxiConta Itaú
http://www.itau.com.br/conta_corrente/tarifas/tar_maxiconta.htm

Conselho Monetario Nacional
http://www.fazenda.gov.br/portugues/orgaos/cmn/cmn.asp

Canal do Otário

ONG é proibida de dar livro em viaduto de São Paulo

A organização não-governamental Educa São Paulo havia programado para a manhã de segunda-feira (10), a distribuição de cerca de 8.000 livros, entre obras de literatura brasileira, livros infantis e gibis, no Viaduto do Chá, região central. A intenção era, além de incentivar a leitura, protestar contra o abandono das bibliotecas da cidade, que, segundo o presidente da ONG, Devanir Amâncio, “têm livros, mas não têm leitores.”

Uma perua Kombi estacionou no Viaduto do Chá por volta das 23h de domingo (9) para organizar e separar os títulos por autor e gênero, mas foram impedidos. Quatro guardas-civis metropolitanos disseram para os integrantes da ONG que eles deveriam ter autorização da prefeitura para realizar a distribuição. “Eles disseram que estavam em alerta, esperando pela ação, e que a ordem era impedir”, disse Amâncio.
A iniciativa, intitulada Bienal Relâmpago, agora será transformada em Bienal Móvel. Segundo Amâncio, duas Kombis – equipadas com aparelhos de som e faixas – percorrerão locais movimentados da região central da cidade oferecendo livros às pessoas. “Devemos começar ainda pela região do Viaduto do Chá, porque ali é área de Zona Azul e, se pagarmos, podemos estacionar por um tempo para distribuir os livros.”
Ainda sem itinerário ou data marcada para a ação, Amâncio disse que é provável que a distribuição seja realizada neste sábado. Segundo ele, os livros foram doados por moradores da cidade. “Os próximos gestores têm de oferecer uma política eficiente de incentivo à leitura, para que as bibliotecas não sejam depósitos de livros como são hoje.” As informações são do jornal “O Estado de S.Paulo”.

Visto aqui e aqui