Destinos exóticos para você visitar no Brasil

Paisagens inóspitas, cidades distantes e diferentes culturas de diferentes povos e nacionalidades, fazem com que o Brasil seja conhecido como o país da diversidade. 

Conheça os destinos mais exóticos para conhecer no Brasil:

Jalapão

Um dos principais roteiros para quem pratica ecoturismo e turismo de aventura fica no estado do Tocantins. O Jalapão está entre o cerrado e a caatinga e possui uma vegetação similar às savanas, entre as atrações estão cachoeiras, rios com águas cristalinas, dunas, chapadas e formações rochosas de cores e formas variadas.

Pantanal




O bioma do Pantanal é uma das maiores planícies úmidas do planeta.É um verdadeiro santuário ecológico com uma infinidade de animais selvagens, paisagens surpreendentes e um pôr-do-sol multicolorido. Existem cerca de 2.000 espécies de plantas e mais de 1.000 espécies de animais, diversidade que atrai milhares de turistas estrangeiros. Para conhecer esse paraíso natural, várias atividades estão disponíveis, como safáris fotográficos, passeios a cavalo e barco, observação animal, entre outras.

Vale da Lua

O Vale da Lua na Chapada dos Veadeiros é famoso por conter formações rochosas que lembram crateras lunares, que escondem pequenas quedas d’água, piscinas naturais, buracos e grutas.

Monte Roraima


Encravado no extremo norte do Brasil, na fronteira com a Guiana e a Venezuela o Monte Roraima é um lugar lendário e misterioso e fascina exploradores. Não bastasse a altura, o lugar impressiona pelas formas esculpidas nas rochas e paredões pela ação dos ventos em meio às savanas Amazônicas. Completam a paisagem, ainda, os rios, as cachoeiras, as esculturas em cristal e as mais de 400 espécies de bromélias.

Serra da Capivara


Localizado no sudeste do estado do Piauí, o Parque Nacional Serra da Capivara, ocupa áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. O parque foi criado com motivações ligadas à preservação de um meio ambiente específico e de um dos mais importantes patrimônios culturais pré-históricos. O parque recebeu pela UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade

Alter do Chão


Quando é tempo de baixa e as águas do rio Tapajós abaixam, as famosas praias do simpático vilarejo de Alter do Chão aparecem, o local possui uma paisagem tão mágica e diferente, que foi apelidado carinhosamente de “Caribe brasileiro”.

Aroe Jari


Considerado por muitos um dos passeios mais bonitos da chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, a caverna de Aroe Jari é a maior gruta de arenito do Brasil. Possui 1.550 m de extensão, é extremamente plana e apresenta inúmeras cachoeiras no interior. Próximo da entrada, existe uma nascente que formou a Lagoa Azul, piscina natural com água azul cristalina que se reflete nas paredes da gruta.

Gruta do Maquiné


Uma viagem subterrânea em meio às belezas naturais é aventura garantida para quem visita a Gruta do Maquiné, localizada na cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte. A caverna, descoberta em 1825, pelo fazendeiro Joaquim Maria Maquiné, o Seu Maquiné, é considerada o berço da paleontologia brasileira e possui sete salões com belíssimas formas arquitetônicas, esculpidas pelo trabalho da água durante milênios.

Lençóis Maranhenses


A imensidão de areias e centenas de lagoas formadas por água de chuva, fazem dos Lençóis Maranhenses um dos locais mais exóticos do mundo. A cidade mais conhecida como ponto de partida para se aventurar nesse deserto tropical é Barreirinhas, mas se você pretende aproveitar a região mais a fundo, a cidade de Santo Amaro e os vilarejos de Betânia, Baixa Grande e Queimada dos Britos, são os locais ideias para você se hospedar, já que os municípios estão dentro do Parque Nacional.

Floresta Amazônica


Com uma área de aproximadamente 5,5 milhões de km², a Floresta Amazônica é a principal cobertura vegetal do Brasil,a maior floresta tropical do mundo. A floresta também abriga 225 tribos indígenas e uma das mais ricas biodiversidades do mundo, alguns registros e pesquisas revelam que na Floresta Amazônica, existem aproximadamente cerca de 1.800 espécies diferentes de aves, 2.500 de peixes, 320 de mamíferos e dezenas de espécies de répteis, anfíbios e insetos.

Palcos de massacres viram destinos de turistas!

A polêmica causada por visitas de jogadores de seleções europeias ao campo de concentração de Auschwitz chama a atenção para um fenômeno recente na indústria do turismo mundial: a procura cada vez maior por locais ligados a assassinatos em massa, o chamado “turismo de genocídio”.

Jogadores da Holanda, Itália, Alemanha e Inglaterra, seleções que participam a Eurocopa, realizada na Polônia e na Ucrânia, estiveram no local do antigo campo de concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, que hoje é um dos mais famosos memoriais às vítimas do Holocausto.

Campo de concentração na Polônia

Essas visitas dividiram opiniões. Na Inglaterra, o jornal Daily Mirror saudou a “mensagem poderosa” que ela envia em um momento em que o “futebol está enfrentando novas e graves preocupações sobre o racismo entre jogadores e torcedores”.

Já em outro jornal, o Daily Mail, a visita dos jogadores ingleses foi vista como uma “jogada de relações públicas de mau gosto”.

Seja como for, o fato é que nos últimos anos memoriais e museus que marcam os locais de assassinatos em massa em todo o mundo têm recebido um número cada vez maior de visitantes.

Campo de concentração na Polônia

Só no ano passado, um recorde de 1,4 milhões de pessoas cruzaram o famoso portão com os dizeres “Arbeit Macht Frei” (O trabalho liberta) de Auschwitz. Em outras partes do globo, memoriais do Holocausto, de massacres e genocídios também estão vendo os seus números de visitantes dispararem.

Bósnia, Camboja e Ruanda estão entre os destinos mais procurados do ficou conhecido como “turismo de genocídio”.

Ruanda
O casal americano Ben e Nicole Lusher, por exemplo, decidiu embarcar em uma viagem de 5 meses para visitar memoriais em diversos cantos do globo – partindo de Yad Vashem, em Jerusalém, o memorial oficial do Holocausto em Israel.

Guerra na Ruanda

Ben diz que o lugar que mais os emocionou foi o memorial do genocídio de Ruanda, com vista para Kigali. “Foi uma experiência nova para nós estar em um lugar onde o genocídio ocorreu há tão pouco tempo”, diz ele.

Tanto Ben quanto Nicole tinham apenas 10 anos em 1994, quando entre 800 mil e 1 milhão de tutsis e hutus moderados foram mortos.

Em geral, os visitantes estrangeiros do memorial de Kigali são turistas que viajaram para Ruanda para fazer turismo de natureza, apreciando a vida selvagem e montanhas do país. Mas mais de 40.000 estrangeiros passaram pelo memorial em 2011. Entre os visitantes também estão filhos e familiares das vítimas.

A canadense Laura Maclean, que foi a Ruanda para fazer montanhismo, explica que decidiu visitar o memorial em suas férias porque pensou que essa seria uma forma de “mostrar respeito” às vítimas do genocídio.

Segundo o guia de turismo George Mavroudis, que freta aviões para levar americanos para ver gorilas em Ruanda, a maioria de seus clientes pede para visitar o memorial.

Guerra de Ruanda

De acordo com Mavroudis, que foi ao memorial de Kigali mais de 20 vezes, os turistas acreditam que a visita é importante para entender o país no qual eles estão passando férias.

Caveiras
O memorial do genocídio não é o único ponto turístico que relembra esse episódio sombrio da história de Ruanda.

O filme de Hollywood Hotel Ruanda é baseado na história do gerente do hotel cinco estrelas Des Milles Collines, que abrigou tutsis e hutus moderados para evitar que eles fossem massacrados.

Hoje, o atual gerente desse hotel, Marcel Brekelmans, diz que turistas aparecem todos os dias para tirar fotos na entrada do estabelecimento.

Massacre na Bósnia

Para ele, não há que escapar do passado do país. “Ruanda não é apenas um lugar com gorilas e os belos lagos. Alguma coisa aconteceu aqui”, diz Brekelmans, que cresceu perto de um dos maiores cemitérios da Segunda Guerra Mundial, na Holanda. “De tempos em tempos é preciso parar e refletir sobre isso”.

Mas as formas usada pelos memoriais para lembrar as vítimas dos massacres frequentemente despertam polêmicas.

O principal memorial do genocídio em Kigali tem cabines cheias de caveiras alinhadas. Outros compartimentos exibem pilhas e pilhas de ossos.

No Camboja, memoriais aos mortos pelo regime do Khmer Vermelho têm crânios dispostos em uma pirâmide.

Para alguns, exibir restos humanos é uma forma de desrespeito à dignidade dos falecidos.

James Smith, fundador do memorial de Ruanda e do memorial do Holocausto na Grã-Bretanha, diz que o respeito às vítimas foi uma das suas preocupações quando criou o memorial. Mas ele decidiu manter a exposição dos crânios recém-desenterrados de valas comuns como forma de evitar qualquer tipo de negação sobre o que ocorreu.

Motivações
Por que cada vez mais turistas visitam esses memoriais?

A psicóloga Sheila Keegan, especialista em tendências culturais, diz que hoje os turistas têm expectativas variadas sobre suas viagens.

Enquanto muitos ainda querem sentar na praia e relaxar, outros também querem ampliar seus horizontes.

Massacre na Bósnia

“As pessoas querem ser desafiadas. Pode ter um elemento de voyeurismo nisso, mas as pessoas querem sentir grandes emoções que elas não costumam experimentar no dia a dia. Elas querem fazer essa pergunta relacionada à própria natureza do ser humano: Como pudemos fazer isso?”

Keegan diz que visitas a memoriais de genocídios também dão aos turistas algo para contar e debater quando voltam para casa – mas faz uma ressalva, lembrando uma experiência pessoal.

A psicóloga diz que não pensou muito quando decidiu visitar os campos de extermínio do Camboja com a filha de oito anos quando estava passando férias no país. Hoje, lamenta a decisão.

“Não esperava que a visita fosse tão chocante”, afirma. “Estávamos em meados dos anos 90, e a guerra civil terminara havia pouco tempo. Ainda havia sangue no chão.”

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Arquiteto desenvolve nuvem inflável para viajar nas alturas

O arquiteto Tiago Barros, que mora em Nova York, desenvolveu um novo conceito de viagem. Em vez de usar trem ou avião, a pessoa pode subir em uma enorme nuvem inflável e flutuar até o seu destino.

O projeto, chamado “Passing Cloud”, foi um conceito desenvolvido em uma competição do Departamento de Assuntos Culturais de Nova York que tinha como objetivo moldar o futuro de alta velocidade da ferrovia. Embora não tenha nada a ver com trens, a proposta foi interessante e chamou a atenção do público.

“A idéia veio de perguntas simples, como por exemplo, a busca por uma nova visão para viajar, além das atuais. É importante pensar no futuro com novos olhos e buscar formar sustentáveis de viajar”, disse o artista.

Em vez de ter um horário fixo e saber o destino final, a nuvem flutuaria nos Estados Unidos com o impulso do vento.

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Tem coragem???? *-*
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BjossFuiii