Ed Gein : O Homicida que mudou o Cinema

Três grandes clássicos do terror:  Psicose, O Silêncio dos Inocentes e O massacre da serra elétrica são ligados por um único homicida, Ed Gein

 

ATENÇÃO

Post sugerido para maiores de 18 anos.

Edward Theodore Gein, mais conhecido como Ed Gein, foi um homicida e também ladrão de lápides americano. Gein foi condenado pelos homicídios de duas pessoas, e suspeito no desaparecimento de outras 5 pessoas. Os seus crimes ganharam notoriedade quando as autoridades descobriram que Gein exumava cadáveres de cemitérios locais e fazia troféus e lembranças com eles.

 

Edward era filho de George P. Gein e Augusta Lehrke, ambos do Wisconsin. E tinha um irmão mais velho chamado Henry G. Gein.

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Campos de Concentração no Brasil

  Para quem pensa que Campos de concentração foi fruto apenas dos Nazistas, se engana. No Brasil houve campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, é o que mostra documentos oficiais que estavam lacrados pelo governo e que ajudam a desvendar um período até aqui obscuro da história.
  Esse período da história brasileira não foi incluído nos livros didáticos até o momento, pois, até 1996, era considerado secreto pelo governo, que permitia apenas o acesso parcial das informações. Os arquivos foram lacrados com base em uma lei que proibia consultas ou pesquisas por 50 anos. Em 1988, o prazo diminuiu para 30 anos.

  Em 1915 e 1932, o governo brasileiro criou no Estado do Ceará, mais precisamente em Senador Pompeu, em uma parte conhecida como Sertão Central do Estado, campos para confinar retirantes que fugiam das secas.Estes campos ficaram conhecidos como os currais do governo.

  Já em 1942, a partir da declaração de guerra do Brasil aos países do Eixo(foram um dos adversários da Segunda Guerra Mundial), o governo brasileiro criou vários campos de concentração para cidadãos alemães, italianos e japoneses, considerados suspeitos de atividades antibrasileiras.Também foram feitos prisioneiros os tripulantes de embarcações alemãs capturadas ou avariadas nas costas brasileiras. Os campos oficiais eram doze: Daltro Filho-RS, Trindade-SC, Presídio de Curitiba-PR, Guaratinguetá-SP, Pindamonhangaba-SP,Bauru-SP, Pirassununga-SP, Ribeirão Preto-SP, Pouso Alegre-MG, Niterói-RJ, Chã de Estevam- PE e Tomé-Açu-PA.

  Também haviam outros campos de concentração dentre os oficiais, por exemplo, em Ponta Grossa que prendiam além de japoneses, alemães e italianos, também mantinham austríacos.Em Joinville, 200 pessoas foram colocados num hospício desativado. Um campo de concentração no Recife abrigou os funcionários das Casas Pernambucanas, apenas pelo fato de os seus patrões terem origem germânica.  

  A reclusão nos campos praticamente foi uma precondição para o apoio brasileiro aos Aliados. O tratamento dado aos imigrantes foi um dos elementos de negociação no campo da política internacional.

Depoimento à Comissão da Verdade lembrou que estádio Caio Martins, em Niterói, foi usado como um tipo de campo de concentração pelo regime militar

Esqueletos Humanos Gigantes

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre esqueletos humanos gigantes







Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.
Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve: “Debaixo de uma camada de conchas (…) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (…). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.
A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.

Ano passado arqueólogos encontraram esqueletos humanos gigantes no Cáucaso. 

Dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram enterrados há aproximadamente 4.500 anos em um túmulo de argila recém-descoberto.
 A descoberta foi realmente surpreendente já que os cientistas trabalhavam na região para abrir espaço a cabos de energia e acreditavam que todas as tumbas já haviam sido saqueadas.

Os pesquisadores constataram que os ossos estavam “abundantemente salpicados com ocre”, aparentemente para realizar um ritual cultural. Em sua representação, o ser humano nasce do sangue e, por isso, ao deixar o mundo, deve ser “marcado” pela cor vermelha. Os homens tinham a cabeça apoiada em um local separado, sugerindo que teriam sido decapitados.

 As escavações continuaram, com o objetivo de desvendar a natureza misteriosa do que, até o momento, é conhecido como “a cultura Novotitarovska”, por causa do nome da cidade mais próxima. Através do estudo dos ossos, os pesquisadores esperam descobrir a hora exata de suas mortes.

Mãe de garoto autista desabafa no facebook e o inesperado acontece!

Ninguém foi ao aniversário do filho que é autista e mãe desabafa Facebook.
 Glenn Buratti, um menino de 6 anos do Condado de Osceola, Flórida. Ele tem autismo e epilepsia leves. No início deste mês, sua mãe Ashlee organizou uma festa de aniversário para ele, convidando 16 crianças de sua classe. Ninguém apareceu.
“Sei que pode ser algo bobo para reclamar, mas estou ficando com o coração partido por meu filho. Convidamos sua classe inteira (16 crianças) para sua festa de aniversário de 6 anos hoje. Nenhuma criança apareceu”, Ashlee publicou em um grupo local no Facebook.

Depois de publicar no grupo, 15 crianças da região e seus pais apareceram, mas não só eles.
Bombeiros e policiais da comunidade começaram a chegar à casa deles.Trouxeram presentes.
Membros do Gabinete do Xerife e do Corpo de Bombeiros do Condado de Osceola deram a Glenn um tratamento VIP.
“Foi uma coisa incrível que nossos policiais e bombeiros fizeram por nós”, escreveu John, pai do garoto.
O gabinete do Xerife do Condado de Osceola até mesmo mandou um helicóptero sobrevoar a festa de Glenn baixo o suficiente para o piloto acenar para ele.
Às vezes, quando você pede ajuda à internet, ela realmente aparece!

Dia dos Mortos no México

Dia dos Mortos no México

No Dia dos Mortos não se chora pelos ausentes. Festeja-se com o espírito dos defuntos que como em cada ano, viajam para estar com suas famílias na noite dos mortos.

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas.

Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.
As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purepechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos.

Para os antigos mexicanos, a morte não tinha as mesmas conotações da religião católica, na qual as idéias de inferno e paraíso servem para castigar ou premiar. Pelo contrário, eles acreditavam que os caminhos destinados às almas dos mortos era definido pelo tipo de morte que tiveram, e não pelo seu comportamento em vida.

A tradição diz que as velas iluminam o caminho de volta das almas, depois das festividades.