Kanamara Matsuri – Festival da Fertilidade no Japão

Ontem (05/04) centenas de japoneses participaram do Kanamara Matsuri, o festival de culto ao pênis (ou festival da fertilidade) . 
A atração principal do Kanamara Matsuri é uma procissão com estátuas de pênis gigante, que é carregado por mulheres e homens vestidos com roupas femininas. O ritual celebra a fertilidade e tem como objetivo conscientizar e arrecadar dinheiro para a prevenção de doenças sexuais transmissíveis.

A origem da celebração remonta ao período em que prostitutas de Kawasaki rezavam para o pênis de aço pedindo sucesso em seus negócios e proteção contra doenças sexuais.
A escultura que tem cerca de 2,5 mt de altura e pesa 280 quilos, é colocada sobre um altar e transportada em ombros até ao túmulo da Tagata Shinto, que fica no templo da deusa Takeinadane-mikoto, deusa da fertilidade. Centenas de pessoas passam pelo festival, incluindo muitos estrangeiros curiosos que vão até lá dar uma espiadinha.

 O desfile começa por volta das 11 horas da manhã e termina no Templo Kawasaki Daisha. No templo, há vários totens xintoístas em forma de pênis, esculpidos em pedra, ferro e madeira. É ali que as mulheres colocam plaquinhas de agradecimentos pelos pedidos atendidos ou com desejos como ter filhos ou uma gravidez tranquila.

No Japão, há outros festivais da fertilidade, além do Kanamara Matsuri como o Hime no Miya e Hounen Matsuri, celebrado todos os anos durante o mês de março em duas cidades japonesas da província de Aichi: O Hime no Miya ocorre em Inuyama no dia 14 e o Hounen Matsuri é realizado em Nagoya no dia 15.

Esqueletos Humanos Gigantes

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre esqueletos humanos gigantes







Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.
Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve: “Debaixo de uma camada de conchas (…) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (…). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.
A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.

Ano passado arqueólogos encontraram esqueletos humanos gigantes no Cáucaso. 

Dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram enterrados há aproximadamente 4.500 anos em um túmulo de argila recém-descoberto.
 A descoberta foi realmente surpreendente já que os cientistas trabalhavam na região para abrir espaço a cabos de energia e acreditavam que todas as tumbas já haviam sido saqueadas.

Os pesquisadores constataram que os ossos estavam “abundantemente salpicados com ocre”, aparentemente para realizar um ritual cultural. Em sua representação, o ser humano nasce do sangue e, por isso, ao deixar o mundo, deve ser “marcado” pela cor vermelha. Os homens tinham a cabeça apoiada em um local separado, sugerindo que teriam sido decapitados.

 As escavações continuaram, com o objetivo de desvendar a natureza misteriosa do que, até o momento, é conhecido como “a cultura Novotitarovska”, por causa do nome da cidade mais próxima. Através do estudo dos ossos, os pesquisadores esperam descobrir a hora exata de suas mortes.